Procédures
91 votesVérification des pouvoirs
Valider les mandats des eurodéputés ayant transmis les déclarations obligatoires, sous réserve de décisions nationales sur les litiges électoraux.
Résolution sur l'éscalade de la violence dans l'est de la République démocratique du Congo
Conditionner l'aide européenne au Rwanda à la cessation de son soutien au groupe armé M23 en République démocratique du Congo.
Résolution sur la situation au Venezuela à la suite de l'usurpation de la présidence le 10 janvier 2025
Dénoncer l'usurpation de la présidence vénézuélienne par Nicolás Maduro et reconnaître Edmundo González Urrutia comme vainqueur légitime de l'élection de 2024.
Résolution sur le cas de Boualem Sansal en Algérie
Exiger la libération immédiate et inconditionnelle de Boualem Sansal et des autres prisonniers d'opinion en Algérie.
Résolution sur la répression systématique des droits de l'homme en Iran, notamment les cas de Pakhshan Azizi et Wrisha Moradi, et la prise en otage de citoyens de l'Union
Imposer des sanctions européennes aux responsables de violations des droits humains et exiger la libération des prisonniers politiques et des otages européens en Iran.
Explications de vote
Explications de vote soumises après les sessions plénières.
Résolution sur la poursuite du soutien sans faille de l’Union à l’Ukraine, après trois ans de guerre d’agression russe
Apoiamos a Ucrânia desde o início da Guerra, defendendo a sua soberania, a sua integridade territorial e o seu direito à autodefesa. Defendemos também uma Ordem Internacional em que o Direito Internacional, as normas e os valores coexistem com o poder dos Estados. Todavia, neste voto, o apoio à Ucrânia está a ser instrumentalizado para atacar um aliado indispensável – os Estados Unidos da América. A União Europeia e a Ucrânia precisam da parceria transatlântica para garantir a sua segurança. Enfraquecer essa relação compromete a nossa capacidade coletiva de dissuadir e conter a Rússia e alcançar uma paz justa. Sem os EUA, nenhum avanço significativo será possível. Assim, opto pela abstenção para condenar a instrumentalização política da causa ucraniana e reforçar a necessidade de unidade transatlântica.
Résolution sur le renforcement du soutien indéfectible de l’Union européenne à l’Ukraine contre la guerre d’agression menée par la Russie et la coopération militaire croissante entre la Corée du Nord et la Russie
O apoio à Ucrânia corresponde ao interesse da União Europeia e dos seus Estados Membros. É, por isso, lamentável que a esquerda e uma parte do PPE instrumentalizem a Guerra da Ucrânia para servir as suas táticas partidárias, nomeadamente para atacar Viktor Orbán e o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. Infelizmente, muitos votos submetidos ao plenário do Parlamento Europeu que dizem apoiar a Ucrânia quase nunca têm que ver com essa finalidade, que nos deve unir, e têm como finalidade dividir e polarizar. Votarei sempre a favor do apoio à Ucrânia, mas nunca poderei estar de acordo com votos que atacam governos democraticamente eleitos de Estados-Membros da União Europeia e que podem colocar em causa as relações transatlânticas, atacando o presidente eleito pelo povo norte-americano.
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